quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
tigre
O tigre-de-bengala (Panthera tigris) é uma das 9 subespécies de tigre. É uma das espécies mais ameaçadas de extinção dentre os grandes felinos do planeta, seja pela caça ilegal ou pela destruição de seu habitat.[1] Estima-se que em 2008 existam cerca de 500 tigres-de-bengala livres no planeta; três das nove subespécies de tigres que existiam no planeta já estão extintas, e outras tendem a desaparecer pelo cruzamento genético entre subespécies diferentes.[2]
Fundações como a WWF tomaram a frente da responsabilidade de propiciar a preservação dos tigres, mais especificamente do tigre-de-bengala e do tigre-siberiano (ainda mais raro). Estima-se que o percentual de tigres na Ásia hoje seja 40% menor do que em 1995, graças a esforços e ajuda humanitária, cerca de 15% já foi recuperado.[3]
Índice [esconder]
1 Sobre o tigre-de-bengala[4]
2 Distribuição geográfica
3 Estado de conservação
4 Classificação
4.1 Taxonomia
5 Referências
[editar]Sobre o tigre-de-bengala[4]
Característica De Até
Altura 90 cm 1 m
Comprimento (fêmea) 1,14 m 2,60 m
Comprimento (macho) 2,60 m 3 m
Cauda 60 cm 1 m
Peso (fêmea) 210 kg 252 kg
Peso (macho) 266 kg 302 kg
Filhotes (ninhada) 2 4
Gestação 95 dias 112 dias
Tempo de vida 26 anos em liberdade
[editar]Distribuição geográfica
O tigre-de-bengala, até ao começo do século XX, habitava quase toda a Índia (com excepção do extremo norte e da Península de Kathiawar), Bangladesh, leste do Paquistão, sudoeste da China, oeste de Mianmar, Nepal e Butão. Atualmente ainda restam populações espalhadas em vários pontos da Índia e países vizinhos. Encontra-se extinto no Paquistão.
É o mais famoso dos tigres. Com pêlos curtos alaranjados e listras pretas, é o que mais aparece em livros e filmes e o mais comum em zoológicos. Ele atinge até 260 kg, mas, pode ultrapassar os 300, salta longas distâncias, é ágil e bem veloz.
Seu corpo, que pode chegar a 3 metros, tem cerca de 20 listras transversais. As patas e a parte de baixo das pernas são brancas. O tigre-de-bengala vive principalmente em florestas da Índia, mas também em algumas regiões do Nepal e do Butão.
Variante branca do tigre-de-bengala
Com tanto pêlo, ele não gosta muito de calor e no verão fica sempre perto da água. Por isso, é um nadador de primeira. É também um excelente caçador e alimenta-se de bichos pequenos, como veados, macacos e aves e ataca outros maiores como gauro (subespécie de búfalo asiático maior que o africano), filhotes de elefantes e de rinocerontes. Mas já houve casos registrados dos felinos caçarem elefantes e rinocerontes adultos. Tambem atacam crocodilos na água ou na terra. Pítons tambem fazem parte do cardápio deste felino.
Essa subespécie tem uma característica bastante curiosa e exclusiva: existe um tipo mutante do tigre-de-bengala muito raro, que nasce branco, com listras marrons e olhos azul-claros.
[editar]Estado de conservação
suricato
O suricate, também chamado de suricato ou suricata (Suricata suricatta) é um pequeno mamífero da família Herpestidae, nativo do deserto do Kalahari. Estes animais têm cerca de meio metro de comprimento, em média 1 kg de peso, e pelagem acastanhada. Os suricates alimentam-se de pequenos artrópodes, principalmente escaravelhos e aranhas. Têm garras afiadas nas patas, que lhes permitem escavar a superfície do chão e tem dentes afiados para penetrar nas carapaças quitinosas das suas presas. Outra característica distinta é a sua capacidade de se elevarem nas patas traseiras, utilizando a cauda como terceiro apoio.
Estes animais são exclusivamente diurnos e vivem em colónias de até 40 indivíduos, que constroem um complicado sistema de túneis no subsolo, onde permanecem durante a noite. Dentro do grupo, os animais revezam-se nas tarefas de vigia e proteção das crias da comunidade. O sistema social dos suricates é complexo e inclui uma linguagem própria que parece indicar, por exemplo, o tipo de um predador que se aproxima. Estudos mostram que os suricates são capazes de ensinar ativamente suas crias a caçarem, um método semelhante à capacidade humana de ensinar.
[editar]Características Gerais
Tamanho: comprimento do corpo: 22 cm; altura em pé: 26, 28 cm
Peso: 720 g para as fêmeas e 731 g para os machos
Pelo: Acastanhado. Possuem listras paralelas em suas costas, que se estendem desde a base da cauda até os ombros. Os padrões de listras são únicos para cada suricate.
Tempo de vida: Em ambiente selvagem pode viver 10 anos; variando entre 5 e 12 anos. No cativeiro vivem até 15 anos.
Distribuição geográfica: África do Sul, Namíbia e Angola.
Habitat: Savana e gramado, planícies secas e abertas, áreas de deserto.
Alimentação: Alimenta-se principalmente de insectos: larvas de escaravelhos e de borboletas; também ingerem milípedes, aranhas, escorpiões, pequenos vertebrados (répteis, anfíbios e aves), ovos e matéria vegetal. São relativamente imunes ao veneno das najas e dos escorpiões, sendo estes, inclusive, um dos alimentos que mais apreciam.
Reprodução: Atigem a maturidade sexual com um ano de idade, podendo ter de três a cinco filhotes por ninhada. Podem ter até quatro ninhadas por ano. Se reproduzem em qualquer época do ano, mas a maioria dos nascimentos ocorrem nas estações mais quentes.
São uns animais muito espertos. São Inteligentes pois a logo aos 2 meses já ensinam seus filhotes a caçar e proteger o seu grupo
[editar]Curiosidades
Esta espécie tornou-se bastante conhecida na mídia com a animação dos estúdios Disney "O Rei Leão", onde um dos personagens principais é o suricate Timão, parceiro do facóquero (javali) Pumba e do leão Simba;
Na série de BD Sonic The Hedgehog da Archie, aparece um casal de suricates, de nomes Ash Mongoose e Mina Mongoose: Mina é uma famosa cantora de rock assim como o próprio Sonic e seus dois irmãos gêmeos, Sônia e Manic e Ash é seu namorado e empresário, e tem muito ciúme de Sonic por Mina gostar dele.
[editar]Ligações externas
Animais do Zoológico de São Paulo
A Wikispecies tem informações sobre: Suricata
O Commons possui multimídias sobre Suricata
o panda
Panda-gigante
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Panda-gigante
Panda-gigante no Ocean Park Hong Kong.
Estado de conservação
Em perigo (IUCN 3.1) [1]
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Ursidae
Género: Ailuropoda
Espécie: A. melanoleuca
Nome binomial
Ailuropoda melanoleuca
(David, 1869)
Distribuição geográfica
A espécie está distribuída em seis regiões montanhosas da China.
Subespécies
A. m. melanoleuca (David, 1869)
A. m. qinlingensis Wan, Wu & Fang, 2005
A Wikispecies tem informações sobre: Panda-gigante
O panda-gigante ou urso-panda (nome científico: Ailuropoda melanoleuca, do grego: ailuros, gato + poda, pés; e melano, preto + leukos, branco) é um mamífero herbívoro da família Ursidae endêmico da República Popular da China. O focinho curto lembrando um urso de pelúcia, a pelagem preta e branca característica e o jeito pacífico e bonachão o tornam um dos animais mais queridos pela humanidade. Extremamente dócil e tímido, dificilmente ataca o homem, a não ser quando extremamente irritado.
Índice [esconder]
1 Nomenclatura e taxonomia
1.1 Subespécies
2 Distribuição geográfica e habitat
3 Características
4 Dieta e hábitos alimentares
5 Comportamento e ecologia
6 Reprodução
7 Conservação
7.1 Baby boom
8 Aspectos culturais
9 Etimologia
10 Referências
11 Ligações externas
[editar]Nomenclatura e taxonomia
O urso panda foi descrito pelo missionário francês Armand David em 1869 como Ursus melanoleucus.[2] No ano seguinte, Alphonse Milne-Edwards ao examinar o material enviado por David, notou que os caracteres osteológicos e dentários o distinguia dos ursos e o aproximava ao panda-vermelho e aos procionídeos, descrevendo então um novo gênero para a espécie, e recombinando-a para Ailuropoda melanoleuca.[3] No mesmo ano, Paul Gervais concluiu com base num estudo das estruturas intracranianas que o panda era relacionado com os ursos, criando um novo gênero, o Pandarctos.[4] Em 1871, Milne-Edwards acreditando que o gênero Ailuropoda estava pré-ocupado pelo Aeluropoda de Gray, publicado em 1869, propõe o nome Ailuropus. William Henry Flower e Richard Lydekker em 1891 emendam o novo nome de Milne-Edwards para Aeluropus,[5] resultando em uma considerável confusão na literatura subsequente.[6]
A classificação do panda-gigante têm sido objeto de grande controvérsia por muitos anos, principalmente pelas características compartilhadas com o panda-vermelho, como semelhanças nas estruturas craniais, dentárias, viscerais e da genitália externa, assim como a presença do osso sesamoide opositor na mão (falso-dedo).[7] Inicialmente tratado como urso, e posteriormente relacionado com o panda-vermelho e os procionídeos, a espécie sofreu reposicionamento taxonômico diversas vezes no decorrer dos anos. Em 1885, George Jackson Mivart revisou os carnívoros artóideos posicionado tanto o Ailurus como o Ailuropoda na família Procyonidae.[8] Flower e Lydekker 1891, dividiram os gêneros, deixando o Ailurus na Procyonidae e movendo o Ailuropoda para a Ursidae.[5] Em 1895, Herluf Winge relacionou o panda a um gênero extinto, o Agriotherium.[9] Em 1901, Ray Lankester e Richard Lydekker reafirmam o posicionamendo de ambos os gêneros entre os procionídeos, separando-os na subfamília Ailurinae.[10][11] Reginald Innes Pocock em 1921 revisou a Procyonidae, separando os dois gêneros em famílias distintas, Ailuridae e Ailuropodidae.[12] William Gregory, em 1936, ao examinar características craniais e dentárias dos dois pandas e de outros gêneros extintos, retorna os dois gêneros a família Procyonidae.[13] George Gaylord Simpson em sua classificação dos mamíferos de 1945 mantém o posicionamento defendido por Mivart e demais autores que colocam os dois gêneros de pandas entre os procionídeos.[14]
Em 1956, Leone e Wiens analisando proteínas sorológicas concluem que o panda-gigante é um ursídeo.[15] Em 1964, Davis mantém o Ailuropoda entre os ursos, baseado na morfologia geral das espécies.[6] Numa revisão de 1978, a espécie é posicionada na tribo Ailuropodini pertencente a subfamília Agriotheriinae.[7] Erich Thenius, em 1979, ressuscita a família Ailuropodidae para o gênero Ailuropoda.[16] Em 1985, a subfamília Ailuropodinae é arranjada dentro da Ursidae.[17] No mesmo ano, outro autor, volta a relacionar os dois pandas, indicando que os gêneros podem ser arranjados em famílias distintas mas muito próximas ou então na mesma família, a Ailuridae.[18] Em 1993, a segunda edição do Mammals Species of the World posiciona os dois gêneros na subfamília Ailurinae dentro da Ursidae.[19] Mas em 2005, na terceira edição, desfaz o arranjo, elevando o Ailurus a família Ailuridae, e voltando o Ailuropoda a família Ursidae, mas sem reconhecer nenhuma subfamília.[20] Outros autores, entretanto, classificam o gênero na tribo Ailuropodini da subfamília Ursinae,[21][22] ou então na subfamília Ailuropodinae[23]
[editar]Subespécies
Duas subespécies são reconhecidas com base em medidas craniais distintas, padrões de coloração e genética populacional:[24]
Ailuropoda melanoleuca melanoleuca (David, 1869) - ocorre em Sichuan e Gansu, e apresenta o típico contraste preto e branco na coloração.
Ailuropoda melanoleuca qinlingensis Wan, Wu & Fang, 2005 - restrita nas Montanhas Qinling, em Shaanxi, em elevações de 1 300 – 3 000 metros de altitude; apresenta uma coloração contrastante entre marrom escuro e marrom claro; o crânio é menor que na subespécie nominal, e os molares são maiores.
[editar]Distribuição geográfica e habitat
O panda-gigante está confinado ao centro-sul da China. Sua distribuição atual consiste em seis áreas montanhosas isoladas (Minshan, Qinling, Qionglai, Liangshan, Daxiangling, e Xiaoxiangling), nas províncias de Gansu, Shaanxi e Sichuan. O território total que a espécie ocupa é de aproximadamente 30 000 km² entre 102-108,3°E (longitude) e 28,2-34,1°N (latitude),[1] entretanto, somente 20% dessa área (5 900 km²) constitui habitat para o panda.[25]
A espécie originalmente ocorreu em mais regiões ao leste e ao sul da China, com registros fósseis indicando sua presença até o norte de Mianmar e norte do Vietnã, ao sul, e até as proximidades de Pequim, ao norte. Até 1850, o panda era encontrado no leste de Sichuan e nas províncias de Hubei e Hunan. Em 1900, foi restrito as Montanhas Qinling e outras áreas montanhosas no limite do platô tibetano. A rápida expansão da agricultura nos principais vales contribuíram para a fragmentação
Os pandas habitam as florestas temperadas montanhosas com densos bambuzais, principalmente do gênero Sinarundinaria, entre altitudes de 1 200 a 4 100 metros de altitude. A distribuição sobrepõe-se em muito a do urso-negro-asiático (Ursus thibetanus), entretanto, eles não competem entre si, pois as necessidades ecológicas das espécies são diferentes.[1]
[editar]Características
Ficha técnica[26]
Altura 65 - 70 cm
Comprimento 120 - 150 cm
Cauda ~13 cm
Peso 75 - 160 kg
Tamanho de ninhada 1 - 2
Gestação 97 - 163 dias
Desmame 8 - 9 meses
Maturidade sexual 5,5 - 6,5 anos (machos)
Longevidade 34 anos (em cativeiro)
O panda-gigante é um mamífero que come bambu (folhas) de cor preto e branco. A pelagem é grossa e lanosa para suportar as baixas temperaturas no ambiente subalpino em que vive. As manchas oculares, membros, orelhas e uma faixa que atravessa os ombros são negras; alguma vezes com um tom amarronzado.[26] O restante do corpo é branco, mas pode se tornar "encardido" com a idade. A população da região de Qingling apresenta a pelagem em dois tons contrastantes de marrom.[24]
O crânio e a mandíbula são robustos, a crista sagital é bem desenvolvida, e os arcos zigomáticos são expandidos lateralmente e dorsoventralmente, assim como nos demais carnívoros arctóideos. Difere dos outros ursídeos, por apresentar a fissura orbitária confluente com o forame redondo, os processos pós-orbitais são reduzidos, e o canal alisfenóide é ausente. Apresenta o forame intepicondilar, uma características primitiva, somente compartilhada com o Tremarctos ornatus.[7]
[editar]Dieta e hábitos alimentares
Hua Mei, filhote de panda gigante nascido no zoológico de San Diego em 2000.
Apesar de pertencer à ordem dos Carnívoros e ter um sistema digestivo e genético de carnívoro, o panda possui hábitos herbívoros, alimentando-se quase que exclusivamente das folhas de bambus. O panda gigante consume, em média, de 9 a 14kg de bambu por dia [27], mas devido à pouca absorção de nutrientes, característica de seu sistema digestivo ineficiente, ele precisa passar a maior parte do dia comendo e se exercitando pouco.[28] Pandas podem se alimentar de 25 diferentes espécies de bambus, mas a devastação das florestas limitou-os a pouca variedade em lugares mais íngremes, elevados e isolados da Ásia central. As folhas de bambus são ricas em proteínas e os brotos também possuem boa quantidade.[29] Apesar de manterem as presas, garras, capacidade digestiva e força para caçar pequenos mamíferos, aves, peixes e ovos, pandas raramente o fazem.[30] Sua digestão de celulose depende de sua flora intestinal, sendo sua genética desfavorável. [31]
Ainda que o bambu seja rico em água (40% de seu peso, chegando a 90% no caso de brotos), o panda bebe frequentemente água de riachos ou neve derretida.
Em cativeiro sua dieta consiste em bambu, cana-de-açúcar, mingau de arroz, biscoito especial rico em fibras, cenoura, maçã e batata-doce.
[editar]Comportamento e ecologia
Os pandas gigantes são geralmente solitários. Cada adulto tem um território definido e as fêmeas não são tolerantes com outras fêmeas em seu território.[32] Pandas se comunicam através de vocalização e marcam território aranhando árvores e urinando nas suas fronteiras. [33] O panda gigante é capaz de escalar e usar como refúgio árvores ocas ou fendas de rochas, mas não estabelece tocas permanentes. Por esta razão, os pandas não hibernam, o que é semelhante ao hábito de outros mamíferos subtropicais da região, que preferem se deslocar para regiões e altitudes com temperaturas mais quentes.[34] Pandas utilizam mais da memória espacial do que da memória visual. [35]
[editar]Reprodução
Panda Gao Gao do Zoológico de San Diego
A época de reprodução dá-se na Primavera, quando os machos competem pela fêmea fértil. A gestação é em média de 135 dias. Normalmente nascem um ou dois filhotes. Devido à natureza frágil e delicada dos ursinhos, a mãe opta por criar um único filhote. O filhote rejeitado é abandonado à morte. O desmame dá-se com um ano de idade, mas o panda já é capaz de ingerir o bambu em pequenas quantidades desde os seis meses. O intervalo entre as ninhadas é de dois anos ou mais.
Somente 10% dos pandas em cativeiro conseguem cruzar naturalmente. Apenas 30% das fêmeas engravidam. Mais de 60% dos pandas cativos não demonstram qualquer desejo sexual.
A expectativa de vida de um panda é de 13 anos. Em 2005, Basi, uma ursa panda chinesa, comemorou 25 anos de idade, que se comparam a 100 anos humanos. No mesmo ano, o panda criado em cativeiro mais velho do mundo, uma fêmea chamada Meimei, morreu aos 36, equivalentes a 108 anos humanos, no jardim zoológico da cidade de Guilin.
[editar]Conservação
A baixa taxa de natalidade, a alta taxa de mortalidade infantil e a destruição de seu ambiente natural colocam o panda sob ameaça de extinção. A caça não representa problemas devido às rígidas leis chinesas. Em 1995, um fazendeiro foi sentenciado a prisão perpétua por ter atirado em um panda. No ano seguinte, dois homens foram condenados a morte após serem presos portando peles de panda e macaco-dourado. A partir de 1997 passou-se a punir os infratores com uma pena de 20 anos de prisão.
Armadilhas para cervos-almiscarados e ursos-pretos muitas vezes acabam ferindo pandas.
O número de pandas selvagens na China está estimado em 1.596. Em 2000 contavam-se 1.114 exemplares, espalhados por territórios que têm uma superfície total de 23.000 km² nas províncias de Sichuan, Gansu e Shaanxi. Estudos em 2006, baseados em exame de DNA coletado em fezes, indicam que possam haver pelo menos 3.000 animais em liberdade. Existem 183 pandas-gigantes em cativeiro na China, 100 dos quais, estão em um centro especializado em Sichuan. Outros 20 espécimes se encontram distribuídos pelos principais zoológicos do mundo.
Gao Gao, do zoológico de San Diego.
[editar]Baby boom
O ano de 2005 foi considerado um grande ano para os projetos em criação da espécie em cativeiro. 25 filhotes nascidos em zoológicos e centros de reprodução sobreviveram. Em 2004, foram 9 os filhotes sobreviventes.
[editar]Aspectos culturais
Andy Panda, criado por Walter Lantz (o mesmo criador do Pica-Pau), é um personagem de desenho animado.
O primeiro episódio em que aparece o pica-pau é um episódio do Andy Panda:Pica-Pau ataca novamente
O World Wildlife Fund (WWF) adotou o panda como símbolo.
O panda é o animal nacional da República Popular da China.
Panda Antivírus é umas das marcas mais populares de antivírus.
Panda3D é um popular software de Computação gráfica para a criação de jogos.
Canal Panda é um canal de televisão português voltado ao público infanto-juvenil.
Pandarens, guerreiros adeptos da luta corpo-a-corpo e de uma boa bebida, foram inspirados nos pandas são encontrados na expansão de Warcraft III:The Frozen Throne, jogo de computador produzido pela Blizzard Entertainment.
O panda Jing Jing é um dos mascotes dos Jogos Olímpicos de 2008 em Beijing.
O panda Po, do filme Kung Fu Panda, um urso abestalhado e engraçado.
Pandaman,super-herói,personagem secundário dos animes Kinnikuman e One Piece,criado por Eiichiro Oda.
Mestre Yo do desenho Yin Yang Yo!, que diz ser o último panda vivo do mundo.
Em um episódio do desenho Tale Spin da Disney, o urso Balu cai com seu um avião numa cidade habitada por pandas, chamada de Panda-lá (sátira da lendária cidade de Shangri-lá).
Trail of The Panda é um filme live-action apresentado pela Disney, todo filmado na China e que retrata a jornada de um menino órfão, Lu, e seu mais novo melhor amigo, um panda filhote chamado Pang Pang, em busca de sua mãe.
[editar]Etimologia
Da xiong mao (大熊猫), o nome em chinês para o panda, significa grande urso-gato. Pode ser chamado também de huaxiong (urso de faixa), maoxiong (urso felino) ou xiongmao (gato ursino). Registros históricos de 3000 anos ("O Livro de História e o Livro de Canções", a coleção mais antiga da poesia chinesa), o mencionam sob o nome de pi e pixiu. A palavra panda significa algo parecido com "comedor de bambu".
Referências
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
beija-flor
beija-flor, também conhecido como colibri, cuitelo, chupa-flor, pica-flor, chupa-mel, binga, guanambi, guinumbi, guainumbi e guanumbi[1], é uma ave da família Trochilidae e inclui 108 gêneros. Existem 322 espécies conhecidas. No Brasil, alguns gêneros recebem outros nomes, como os rabos-brancos do gênero Phaethornis ou os bicos-retos do gênero Heliomaster. No sistema classificativo de Sibley & Ahlquist, a família Trochilidae integrava uma ordem própria, a Trochiliformes. Entre as características distintivas do grupo, contam-se o bico alongado, a alimentação à base de néctar, oito pares de costelas, catorze a quinze vértebras cervicais, plumagem iridescente e uma língua extensível e bifurcada.
O grupo é originário das Américas e ocorre desde o Alasca à Terra do Fogo. A maioria das espécies é tropical e subtropical e vive entre as latitudes 10ºN e 25ºS. A maior biodiversidade do grupo encontra-se no Brasil e no Equador, que contam com cerca de metade das espécies conhecidas de beija-flor. Os troquilídeos estão ausentes do Velho Mundo, onde o seu nicho ecológico é preenchido pela família Nectariniidae (Passeriformes).
Índice [esconder]
1 Características Físicas
2 Comportamento
2.1 Polinização
2.2 Alimentação Artificial
2.3 Reprodução
3 Conservação
4 Referências Culturais
5 Classificação
6 Referências
[editar]Características Físicas
Os beija-flores são aves de pequeno porte, que medem em média de seis a doze centímetros de comprimento e que pesam de duas a seis gramas. O bico é normalmente longo, mas o formato preciso varia bastante com a espécie e está adaptado ao formato da flor que constitui a base da alimentação de cada tipo de beija-flor. Uma característica comum é a língua bifurcada e extensível, usada para extrair o néctar das flores.
O esqueleto e constituição muscular dos beija-flores estão adaptados de forma a permitir um voo rápido e extremamente ágil. São as únicas aves capazes de voar em marcha-ré e de permanecer imóveis no ar. O batimento das asas é muito rápido e as espécies menores podem bater as asas de setenta a oitenta vezes por segundo. Em contraste, as patas dos beija-flores são pequenas demais para a ave caminhar sobre o solo. As fêmeas são, em geral, maiores que os machos, mas apresentam coloração menos intensa. Vivem, em média, doze anos e seu tempo de incubação é de treze a quinze dias.
[editar]Comportamento
Eupetomena macroura, tesoura. Espécime brasileiro de beija-flor em seu ninho.
Tal como a maioria das aves, o sentido do olfato não está muito desenvolvido nos beija-flores; a visão, no entanto, é muito apurada. Além de poderem identificar cores, os beija-flores são dos poucos vertebrados capazes de detectar cores no espectro ultravioleta.
A alimentação dos beija-flores é baseada em néctar (cerca de noventa por cento) e artrópodes, em particular moscas, aranhas e formigas.
Os beija-flores são poligâmicos.
Hylocharis chrysura
[editar]Polinização
Entre os animais que visitam flores em busca de alimento, os beija-flores são os mais conhecidos, pelos tons metálicos da sua plumagem e a capacidade de visitar flores pairando no ar. Os beija-flores precisam de grandes quantidades de néctar diariamente, para suprir a energia necessária ao seu esvoaçar contínuo. O néctar das flores visitadas por beija-flores é um alimento altamente energético, contendo cerca de vinte por cento de açúcares, sendo que a quantidade de néctar disponível varia com o tamanho e tipo de flor.
As flores visitadas por beija-flores em geral são tubulosas e e apresentam cores vivas, com tonalidades que variam do vermelho ao alaranjado. Esse conjunto de cores e formas permite prever que o polinizador de uma determinada flor seja um beija-flor. As flores da sálvia e do cipó-de-são-joão representam bem os tipos visitados por beija-flores. Entretanto, algumas flores polinizadas por essas aves podem ser azuis ou brancas, como as de certos caraguatás. Nesse caso, as brácteas ou alguma outra parte da planta apresentam cor avermelhada, que atrai a atenção dos beija-flores.
Alguns beija-flores também buscam néctar em flores que são polinizadas por outros tipos de animais, como abelhas, borboletas ou morcegos. Quando isso ocorre, nem sempre há um ajuste entre o tamanho e o tipo de flor e o tamanho do bico do beija-flor. Quando a flor é grande demais, pode ocorrer a "pilhagem de néctar". Nesse tipo de visita, o beija-flor retira o néctar sem tocar nas partes reprodutivas da planta e, portanto, não realiza a polinização. Beija-flores pequenos, como o besourinho-de-bico-vermelho são pilhadores habituais.
Ao visitar as flores em busca de néctar, os beija-flores podem adotar dois modos distintos: estabelecem territórios ou percorrem rotas alimentares. Os dois modos resultam em diferenças na polinização. Quando estabelece território, o beija-flor transporta pólen entre as flores da mesma planta ou de plantas próximas entre si. Já a territorialidade, portanto, resulta em menor número de plantas na polinização. Na ronda alimentar, por outro lado, o beija-flor transporta pólen entre as flores de um maior número de indivíduos, distantes entre si, possibilitando assim maior variabilidade genética.
[editar]Alimentação Artificial
Clytolaema rubricauda, fêmea do rubi-brasileiro. Beija-flor comum nas áreas de altitude da Serra da Mantiqueira, no Brasil.
Aproveitando a grande necessidade que os beija-flores têm de um alimento energético de rápida utilização, como o néctar, que contém carboidratos em concentração variável em torno de quinze a 25 por cento, é possível atraí-los para fontes artificiais de soluções açucaradas, os chamados "bebedouros" para beija-flores. Trata-se de recipientes com corolas artificiais onde é colocada uma solução açucarada cuja concentração recomendada é de vinte por cento. Uma crença, que tudo indica foi iniciada a partir de uma publicação de autoria do naturalista Augusto Ruschi, diz que o uso desses bebedouros pode ocasionar doenças nessas aves, podendo até matá-las. Porém não há, na literatura ornitológica, nenhum trabalho científico comprovando isto. Essa crença tornou-se extremamente difundida na população. A doença à qual Ruschi se referiu seria a candidíase, infecção oportunista causada pelo fungo Candida albicans, que acometeria a boca dos beija-flores. É possível que esse autor tenha de fato observado essa doença em seus beija-flores, mantidos em viveiros, pelo fato de se encontrarem imunodeprimidos pelas próprias condições do cativeiro. Sendo assim, é aconselhável quando se utiliza de tal artifício para atração de beija-flores, por exemplo em jardins ou sacadas, proceder-se aliado à limpeza diária dos bebedouros e à troca da solução açucarada; preparado de preferência com açúcar comum, evitando-se a utilização de mel, açúcar mascavo, e demais preparados caseiros, pois estes possuem uma maior tendência à fermentação. Além disso é contra-indicado o uso da água encanada de rede pública, pois esta usualmente é tratada com compostos de cloro ou flúor em dosagens insignificantes para os humanos mas que nos organismos de aves de pequeno e médio porte caracterizam-se como substâncias acumulativas que prejudicam a saúde destes.
Havendo a disponibilidade do alimento artificial, normalmente os beija-flores o procuram complementando, com louvor, seu provimento energético. Esse alimento fornecido auxilia os beija-flores, porém alguns cuidados são necessários.
Em áreas com desequilíbrio da vegetação natural ou mesmo em certos períodos do ano, quando há maior escassez de alimento, os beija-flores tendem a se especializar nos bebedouros. A hipótese é que essa fase de especialização pode provocar um desequilíbrio no organismo do animal, debilitando o seu sistema imunológico. Foi observado, principalmente nestes períodos de escassez, um aumento de doenças nestes pássaros, especialmente aquelas provocadas por fungos. Isso provavelmente pode ter origem na carência de alguns nutrientes que normalmente seriam encontrados em fontes naturais de alimento, como o néctar e artrópodes. Estudos demonstraram que com uma pequena adição de sal na dieta líquida houve um aumento na resistência às doenças, tornando-se rara a presença de pássaros enfermos. Desta forma, além da troca diária da calda açucarada, é recomendável o acréscimo de uma pequena pitada de sal comum no preparado, porém evitando-se quantidades excessivas pois quantidades demasiadas de sal prejudicam o metabolismo dos animais.
Com relação à limpeza dos bebedouros, outrossim é importante mantê-los longe de insetos como formigas, vespas, baratas, etc. Tais insetos, além de competir pelo alimento com os pássaros, carregam parasitas, especialmente fungos que infectam os bebedouros. Um sinal visível, da infestação por fungos, é o pronto escurecimento do bocal e até pétalas das flores artificiais, logo após a visita dos insetos. Sendo assim é recomendável utilizar modelos de bebedouros que tenham algum dispositivo limitador de formigas, etc., e ao se notar o escurecimento das flores de plásticos, estas devem imediatamente ser esterilizadas com algum composto clorado (destinado a purificar alimentos como verduras, e jamais usar produtos comuns de limpeza) e bem enxaguadas antes de serem reutilizadas.
Bebedouro, com discos preenchidos de água no alto e na base, para limitar acesso de insetos.
Uma prática condenável é completar o nível dos bebedouros com mais calda. A presença eventual de algum pássaro doente pode contaminar outros beija-flores, através do próprio bebedouro. Dessa maneira, particularmente quando o nível do líquido está próximo do fim, aumenta a concentração de possíveis elementos patogênicos. Ademais, ocorre que no preparado, bactérias rapidamente fermentam o açúcar dissolvido, produzindo-se substâncias nocivas às aves. Em avançado processo de fermentação, é perceptível um característico odor de azedo e, em alguns casos, até um leve aroma alcoólico. Para reduzir todos esses riscos, o procedimento correto é diariamente trocar completamente a água adocicada e higienizar os bebedouros.
[editar]Reprodução
Leucochloris albicollis, papo-branco.
Phaethornis eurynome, rabo-branco-da-mata.
Certas espécies, como a Leucochloris albicollis, apreciadora das regiões de altitude da Mata Atlântica, são bastante canoras. O macho, desta espécie, emite um característico e longo trinado para atrair a fêmea e se acasalar.
É a fêmea que constrói o ninho e cuida da incubação. Normalmente, dura de dezesseis a dezessete dias a eclosão dos dois ovos, que costumam ter a cor branca. Até os filhotes saírem do ninho, ainda vai um período de vinte a trinta dias nos quais permanecem sendo alimentados pela mãe.
O formato do ninho e material de construção varia de espécie para espécie, assim como a dimensão dos ovos. A maioria costuma ter o ninho em forma de tigela utilizando materiais como fibras vegetais, folhas, teias de aranha para dar coesão externa, musgo e líquens. Todos com aparência muito delicada.
Chlorostilbon lucidus, verdinho-do-bico-vermelho aninhado.
Contudo algumas espécies como a Phaethornis eurynome (rabo-branco-da-mata), típica da Mata Atlântica, constroem o ninho em forma de uma bola ovalada trançada com musgo. Assemelha-se a uma rede pendente, porém presa por um único fio (este com cerca de quinze centímetros) no galho de uma planta a cerca de dois metros de altura em média. Seu ninho é revestido com líquens e sob o calor da incubação, os ovos acabam tingidos por eles. A entrada é pela lateral, próxima à base. Com esta forma, o ninho fica fechado por cima e protegido da chuva. Mas devido ao seu diminuto tamanho, curiosamente a longa cauda da fêmea pende pelo lado externo.
[editar]Conservação
Duas espécies de beija-flor extinguiram-se no passado recente: esmeralda-de-brace (Chlorostilbon bracei) e esmeralda-de-gould (Chlorostilbon elegans). Das 322 espécies conhecidas, a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais lista nove como "em perigo crítico de extinção", onze como "em perigo" e outras nove como "vulneráveis". As maiores ameaças à preservação do grupo são a destruição, degradação e fragmentação de seus habitat.
[editar]Referências Culturais
Foto aérea da imagem de beija-flor estilizado nas linhas de Nazca no Peru
Os beija-flores estão representados:
No brasão de armas e na moeda de um cêntimo de Trinidade e Tobago.
Nas linhas de Nazca.
Na cédula de um real.
No símbolo da Prefeitura Municipal de Betim, em Minas Gerais, no Brasil.
Na música Cuitelinho, do folclore do Pantanal mato-grossense.
Na música brasileira Ai que Saudade d'Ocê.
Na bandeira e no brasão de Santa Teresa, no Espírito Santo, no Brasil.
[editar]Classificação
Amazilia fimbriata. Garganta-verde em pleno voo.
Família Trochilidae Vigors, 1825
Subfamília Phaethornithinae Jardine, 1833
Gênero Ramphodon Lesson, 1830
Gênero Eutoxeres Reichenbach, 1849
Gênero Glaucis Boie, 1831
Gênero Threnetes Gould, 1852
Gênero Anopetia Simon, 1918
Gênero Phaethornis Swainson, 1827
Subfamília Trochilinae Vigors, 1825
Gênero Androdon Gould, 1863
Gênero Doryfera Gould, 1847
Gênero Phaeochroa Gould, 1861
Gênero Campylopterus Swainson, 1827
Gênero Aphantochroa Gould, 1853
Gênero Eupetomena Gould, 1853
Gênero Florisuga Bonaparte, 1850
Gênero Melanotrochilus Deslongchamps, 1879
Gênero Colibri Spix, 1824
Gênero Anthracothorax Boie, 1831
Gênero Topaza G. R. Gray, 1840
Gênero Eulampis Boie, 1831
Gênero Chrysolampis Boie, 1831
Gênero Orthorhyncus Lacépède, 1799
Gênero Klais Reichenbach, 1854
Gênero Stephanoxis Simon, 1897
Gênero Abeillia Bonaparte, 1850
Gênero Lophornis Lesson, 1829
Gênero Discosura Bonaparte, 1850
Gênero Trochilus Linnaeus, 1758
Gênero Chlorestes Reichenbach, 1854
Gênero Chlorostilbon Gould, 1853
Gênero Panterpe Cabanis & Heine, 1860
Gênero Elvira Mulsant, J. Verreaux & E. Verreaux, 1866
Gênero Eupherusa Gould, 1857
Gênero Goethalsia Nelson, 1912
Gênero Goldmania Nelson, 1911
Gênero Cynanthus Swainson, 1827
Gênero Cyanophaia Reichenbach, 1854
Gênero Thalurania Gould, 1848
Gênero Damophila Reichenbach, 1854
Gênero Lepidopyga Reichenbach, 1855
Gênero Hylocharis Boie, 1831
Gênero Chrysuronia Bonaparte, 1850
Gênero Leucochloris Reichenbach, 1854
Gênero Polytmus Brisson, 1760
Gênero Leucippus Bonaparte, 1850
Gênero Taphrospilus Simon, 1910
Gênero Amazilia Lesson, 1843
Gênero Microchera Gould, 1858
Gênero Anthocephala Cabanis & Heine, 1860
Gênero Chalybura Reichenbach, 1854
Gênero Lampornis Swainson, 1827
Gênero Basilinna Boie, 1831
Gênero Lamprolaima Reichenbach, 1854
Gênero Adelomyia Bonaparte, 1854
Gênero Phlogophilus Gould, 1860
Gênero Clytolaema Gould, 1853
Gênero Heliodoxa Gould, 1850
Gênero Eugenes Gould, 1856
Gênero Hylonympha Gould, 1873
Gênero Sternoclyta Gould, 1858
Gênero Urochroa Gould, 1856
Gênero Boissonneaua Reichenbach, 1854
Gênero Aglaeactis Gould, 1848
Gênero Oreotrochilus Gould, 1847
Gênero Lafresnaya Bonaparte, 1850
Gênero Coeligena Lesson, 1833
Gênero Ensifera Lesson, 1843
Gênero Pterophanes Gould, 1849
Gênero Patagona G. R. Gray, 1840
Gênero Sephanoides G. R. Gray, 1840
Gênero Heliangelus Gould, 1848
Gênero Eriocnemis Reichenbach, 1849
Gênero Haplophaedia Simon, 1918
Gênero Urosticte Gould, 1853
Gênero Ocreatus Gould, 1846
Gênero Lesbia Lesson, 1833
Gênero Sappho Reichenbach, 1849
Gênero Polyonymus Heine, 1863
Gênero Ramphomicron Bonaparte, 1850
Gênero Oreonympha Gould, 1869
Gênero Oxypogon Gould, 1848
Gênero Metallura Gould, 1847
Gênero Chalcostigma Reichenbach, 1854
Gênero Opisthoprora Cabanis & Heine, 1860
Gênero Taphrolesbia Simon, 1918
Gênero Aglaiocercus Zimmer, 1930
Gênero Augastes Gould, 1849
Gênero Schistes Gould, 1851
Gênero Heliothryx Boie, 1831
Gênero Heliactin Boie, 1831
Gênero Loddigesia Bonaparte, 1850
Gênero Heliomaster Bonaparte, 1850
Gênero Rhodopis Reichenbach, 1854
Gênero Thaumastura Bonaparte, 1850
Gênero Tilmatura Reichenbach, 1854
Gênero Doricha Reichenbach, 1854
Gênero Calliphlox Boie, 1831
Gênero Microstilbon Todd, 1913
Gênero Calothorax G. R. Gray, 1840
Gênero Mellisuga Brisson, 1760
Gênero Archilochus Reichenbach, 1854
Gênero Calypte Gould, 1856
Gênero Atthis Reichenbach, 1854
Gênero Myrtis Reichenbach, 1854
Gênero Eulidia Mulsant, 1876
Gênero Myrmia Mulsant, 1876
Gênero Chaetocercus G. R. Gray, 1855
Gênero Selasphorus Swainson, 1832
Gênero Stellula Gould, 1861
domingo, 20 de janeiro de 2013
Os cisnes são aves aquáticas da subfamília Anserinae, que inclui também os gansos. No seu conjunto, formam o género Cygnus, sendo caracterizados pelo longo pescoço e por patas curtas. A sua distribuição geográfica é diversificada, sendo os cisnes do hemisfério norte brancos, enquanto que os do hemisfério sul apresentam plumagem por vezes colorida. Os cisnes formam casais monogâmicos e constroem ninhos onde chocam entre 3 a 8 ovos. Se a nidificação falha, é comum os membros do casal procurarem outro parceiro.Etimologia
"Cisne" é oriundo do grego kyknos, através do latim cycnu, do latim vulgar cicinu, do francês antigo cisne e do francês moderno cygne[1].
[editar]Espécies
Cygnus atratus (Latham, 1790) - Cisne-negro
Cygnus melanocorypha (Molina, 1782) - Cisne-de-pescoço-preto
Cygnus olor (Gmelin, 1789) - Cisne-branco
Cygnus buccinator Richardson, 1831 - Cisne-trombeteiro
Cygnus columbianus (Ord, 1815) - Cisne-pequeno
Cygnus bewickii Yarrel, 1830 - Cisne-de-bewick
Cygnus cygnus (Linnaeus, 1758) - Cisne-bravo
[editar]Cisnes na Cultura
O Patinho Feio, um conto de Hans Christian Andersen
O Lago dos Cisnes, um bailado
Cisne Negro Companhia de Dança (Brasil)
Os cisnes aparecem na face nacional das Moedas de euro finlandesas
Cygnus é o nome de uma constelação
O personagem Hyoga do anime e mangá Os Cavaleiros do Zodíaco tem a constelação acima como constelação protetora
Cisne Negro (filme)Filme estrelado por Natalie Portman e Vincent Cassel
AGUIA
A águia é o nome comum dado a algumas aves de rapina da família Accipitridae, geralmente de grande porte, carnívoras, de grande acuidade visual. O nome é atribuído a animais pertencentes a gêneros diversos e não corresponde a nenhuma clade taxonômica. Por vezes, dentro de um mesmo gênero ocorrem espécies conhecidas popularmente por gavião ou búteo. Suas principais presas são: coelhos, esquilos, cobras, marmotas e outros animais, principalmente roedores, de pequeno porte. Algumas espécies alimentam-se de ovos de outros pássaros e peixes. Costumam fazer seus ninhos em locais altos como, por exemplo, topo de montanhas e árvores de grande porte.Existem diversas espécies de águias, as mais conhecidas são: Águia-de-cabeça-branca, águia-gritadeira, águia marcial, águia-malaia, águia-dourada-européia e águia-impérial-ibérica. Entre suas características possui um peso de até 6 kg, comprimento de até 1 metro, com uma envergadura de até 2 metros, poe até 3 ovos a cada vez,o tempo de incubação dura 35 dias e atinge uma velocidade de aproximadamente 100Km\h.As águias são também símbolos utilizados em vários contextos e culturas.Segundo a mitologia a águia faz um ritual de renovação.
Como animal nacional dos Estados Unidos e da Alemanha
Como símbolo e mascote das escolas de samba Portela, e União da Ilha
Como mascote e símbolo do clube Sport Lisboa e Benfica, São José, Vitória
Como logotipo e mascote da Forever Living Products
Como o símbolo da Equipe Alliance Jiu-Jitsu
Como símbolo das legiões romanas.
Como símbolo do III Reich da Alemanha Nazista
Como símbolo do Império Napoleônico
Algumas espécies de águia
Família Pandionidae
Pandion - Águia-pesqueira
Família Accipitridae
Haliaetus
Águia-rabalva (H. albicilla)
Águia-de-cabeça-branca (H. leucocephalus)
Águia-pesqueira-africana (H. vocifer)
Circaetus
Águia-cobreira (C. gallicus)
Buteo
Águia-de-asa-redonda (B. buteo)
Aquila
Águia-pomarina (A. pomarina)
Águia-gritadeira (A. clanga)
Águia-imperial-ibérica (A. adalberti)
Águia-imperial-oriental (A. heliaca)
Águia-real (A. chrysaetos)
Águia-de-bonelli (A. fasciatus)
Águia-calçada (A. pennatus)
Águia-rapace (A. rapax)
Águia-das-estepes (A. nipalensis)
Águia-negra-africana ou águia-de-verraux (A. verrauxi)
Geranoaetus
Águia-chilena (G. melanoleucus)
Harpyhaliaetus
Águia-cinzenta (H. coronatus)
Águia-solitária (H. solitarius)
Harpia (H. Harpyja)
Harpagornis
Águia-de-haast (H. moorei) - extinta
Pithecophaga
Águia-das-filipinas (P. jefferyi)
[editar]Simbologia
A águia pode ser vista simbolicamente como símbolo da força, da grandeza e da majestade. Foi muito usada em brasões de exércitos, figurando nos estandartes de Ciro, rei dos Persas, e, mais tarde, durante o segundo consulado de Mário, encimando as lanças que eram insígnias das legiões. Na simbologia cristã aparece como possível símbol.jl.,l.i.,yem muito perspicaz, penetrante, que vê longe; superior em inteligência. Representava também Zeus o rei dos deuses na mitologia grega.[1]
Referências
↑ Site de referência
os cromos sao caçadoras fortes e rapidas algulmas podem var a mais de 2 dois mil metros de altura as aguias vivem em florestas,cerrados,lagos,riospantanos e nas costa de todos os continentes,menos na Antartida
lince
O lince (Lynx spp.) é um mamífero da ordem Carnivora, família Felidae, sendo portanto um felino carnívoro. O género tem distribuição geográfica vasta mas presente apenas no Hemisfério Norte. Os linces são por vezes classificados dentro do género Felis, apesar de possuírem seu próprio gênero, Lynx.
Os linces são felinos de dimensões um pouco maiores que o gato doméstico, podendo pesar até 30 kg. Têm cauda curtas e orelhas bicudas, com um tufo de pelos na ponta. Os habitats preferenciais dos linces são florestas e zonas de vegetação densa em geral, onde abundem roedores e lagomorfos, suas presas preferenciais. Os linces também possuem bigodes ultrassensíveis(vibrissas), pelagem espessa e patas largas como adaptações à vida sobre a neve no inverno. Quando o inverno chega, sua principal presa é a lebre, apesar da dificuldade de captura, devido à pelagem branca desta.
[editar]Espécies de lince
Lince-euroasiático (Lynx lynx)
Lince-ibérico (Lynx pardinus)
Lince-do-canadá (Lynx canadensis)
Lince-pardo ou lince-vermelho (Lynx rufus), típico das Montanhas Rochosas
Lynx issiodorensis, espécie extinta, habitou na Europa durante o Pleistoceno.
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